Exame BERA/PEATE em Mogi das Cruzes
Uma avaliação objetiva que registra como o nervo auditivo e as vias auditivas do tronco encefálico respondem aos sons.
Realizado com fones e pequenos eletrodos
O som gera respostas naturais que podem ser registradas.
O PEATE — Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico — é um exame eletrofisiológico. Também é conhecido como BERA, Auditory Brainstem Response (ABR) ou Audiometria de Tronco Encefálico.
Sons controlados são apresentados por fones, enquanto pequenos eletrodos sobre a pele captam respostas elétricas naturais relacionadas principalmente à cóclea, ao nervo auditivo e ao tronco encefálico. A pessoa não precisa apertar botões, e o resultado aparece em ondas e medidas.
O equipamento não envia eletricidade ao cérebro. Os eletrodos funcionam como sensores e somente registram a atividade produzida pelo organismo.
Informações sobre resposta, tempo e condução do som.
A interpretação depende do protocolo, da idade, de outros exames auditivos e da avaliação profissional.
Integridade das vias auditivas
Ajuda a analisar como o estímulo se relaciona com estruturas do nervo auditivo e do tronco encefálico.
Sincronia neural
Pode fornecer informações sobre a organização temporal das respostas neurais ao som.
Estimativa da sensibilidade
Protocolos específicos podem estimar o limiar eletrofisiológico, que não é idêntico à audiometria comportamental.
Investigação retrococlear
Pode contribuir para investigar alterações posteriores à cóclea, sem localizar sozinho uma lesão ou confirmar sua causa.
Uma avaliação útil quando a resposta comportamental não conta toda a história.
A indicação depende do histórico, da idade, dos sintomas e de outros exames. O PEATE não substitui automaticamente toda a avaliação audiológica.
Preparação cuidadosa e registros repetidos.
- 01
Orientação e preparação
O profissional explica o procedimento e prepara a pele nos locais dos eletrodos.
- 02
Colocação dos eletrodos
Pequenos sensores adesivos são colocados na cabeça e próximos às orelhas, conforme o protocolo.
- 03
Apresentação dos sons
Fones ou dispositivos auriculares apresentam estímulos sonoros controlados.
- 04
Registro das respostas
O equipamento capta a atividade elétrica natural produzida pelo sistema auditivo.
- 05
Repetição e confirmação
Registros podem ser repetidos em intensidades, frequências ou condições diferentes.
- 06
Análise profissional
São analisadas presença, forma, latência e repetibilidade das ondas.
O tempo varia conforme o objetivo, a idade, o protocolo e a necessidade de repetir registros.
Não invasivo e geralmente indolor.
Não utiliza agulhas, cortes ou choques. Os eletrodos são fixados sobre a pele, e os sons são apresentados pelos fones. Pode haver pequeno incômodo durante a limpeza da pele ou retirada dos adesivos.
Depende do protocolo e da idade.
É importante permanecer relaxado, quieto e com pouca atividade muscular. Determinados protocolos são realizados preferencialmente durante o sono natural. A equipe informará se o exame será acordado, durante o sono natural ou em ambiente com suporte específico.
Sedação não é uma etapa automática do exame.
Algumas crianças ou pacientes podem não conseguir permanecer imóveis pelo tempo necessário. Em determinados serviços e situações clínicas, o exame pode ser realizado com sedação, sempre após avaliação médica, em estrutura adequada e com monitoramento.
A página não afirma que a VCA oferece PEATE sedado. Confirme com a equipe o protocolo disponível e se há necessidade de encaminhamento.
Respostas objetivas quando a criança ainda não consegue responder aos sons.
O exame pode auxiliar após alterações na triagem auditiva neonatal, na estimativa da sensibilidade auditiva, no acompanhamento de fatores de risco e na investigação de possíveis alterações do nervo auditivo.
Teste da orelhinha, PEATE automático e PEATE diagnóstico.
Teste da orelhinha
É uma triagem neonatal que identifica bebês que precisam de investigação complementar. Conforme o protocolo, pode utilizar emissões otoacústicas e/ou PEATE automático.
PEATE automático
Geralmente usado em triagens, fornece resultado automatizado conforme critérios do equipamento. Não substitui avaliação diagnóstica completa diante de alteração ou fator de risco.
PEATE diagnóstico
Utiliza protocolo mais detalhado, permite análise das ondas, pode empregar diferentes estímulos e estimar limiares, com interpretação profissional.
Uma alteração na triagem não confirma perda auditiva. Ela indica a necessidade de avaliação complementar. Confirme com a VCA quais modalidades são oferecidas.
O protocolo muda conforme a pergunta clínica.
Clique, tone burst, tone pip e chirp são possibilidades técnicas, mas a página não afirma que todos estão disponíveis na VCA.
Estimula uma região mais ampla de frequências e é utilizado principalmente para analisar respostas sincronizadas e aspectos da condução neural.
Estímulos específicos podem ser usados para estimar respostas em determinadas regiões de frequência.
Pode ser empregado em determinados equipamentos e protocolos para favorecer respostas mais sincronizadas. Nenhum estímulo é sempre superior aos demais.
PEATE e neuropatia auditiva
A neuropatia auditiva envolve alteração na transmissão ou sincronia dos sinais. O PEATE pode integrar uma investigação com emissões otoacústicas, microfonismo coclear, impedanciometria e avaliação comportamental.
Um resultado alterado não confirma sozinho neuropatia auditiva.
Investigação retrococlear
Diferenças nas latências, amplitudes ou relações entre ondas podem ajudar o profissional a decidir se outras avaliações são necessárias.
O exame não mostra tumores, não define o tamanho de lesões e não substitui ressonância magnética ou avaliação médica.
PEATE e audiometria avaliam aspectos diferentes.
Resposta comportamental
Mede os menores sons percebidos e pode avaliar o reconhecimento da fala, conforme idade e capacidade de resposta.
Resposta eletrofisiológica
Não depende de levantar a mão ou apertar botão, pode estimar limiares e analisa respostas relacionadas ao nervo auditivo e ao tronco encefálico.
Os exames fornecem informações diferentes e podem ser utilizados de maneira complementar.
Ondas e medidas precisam de contexto.
O resultado pode incluir presença ou ausência de ondas, latências, intervalos entre ondas, comparação entre orelhas, intensidade mínima da resposta, estimativa de limiares e observações do protocolo.
A análise considera idade, maturação auditiva, estado de sono, estímulo, condição da orelha média, grau de perda, atividade muscular, outros exames e histórico clínico. Não há promessa de entrega imediata.
Elementos que podem aparecer
- Presença e repetibilidade das ondas
- Latências e intervalos
- Comparação entre as orelhas
- Estimativa eletrofisiológica
- Observações técnicas
Representação conceitual — não é um laudo real.
Siga somente as orientações recebidas da equipe.
Não faça privação de sono, jejum ou suspensão de medicamentos por conta própria.
Transparência para alinhar expectativas.
- Não avalia sozinho todos os aspectos da audição.
- Não mede diretamente compreensão da fala.
- Não substitui automaticamente a audiometria.
- Não diagnostica TEA, TDAH ou desenvolvimento.
- Não confirma sozinho tumores ou lesões.
- Movimentos e atividade muscular podem interferir.
- Resultados podem exigir exames complementares.
- Estimativas eletrofisiológicas diferem de respostas comportamentais.
Experiência em cuidados auditivos desde 1990.
Atendimento em Mogi das Cruzes, com avaliação individualizada, orientação clara à família e possibilidade de integrar diferentes exames conforme a necessidade.
Conheça a história da VCADúvidas sobre BERA e PEATE.
É um exame eletrofisiológico auditivo que registra respostas naturais do sistema auditivo após a apresentação de sons. As respostas analisadas estão relacionadas principalmente à cóclea, ao nervo auditivo e às vias auditivas do tronco encefálico.
Sim. BERA, PEATE e ABR são siglas associadas ao Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico, também chamado de Audiometria de Tronco Encefálico.
É uma resposta elétrica natural produzida pelo sistema auditivo diante de um estímulo sonoro. Eletrodos apoiados sobre a pele apenas captam essa atividade; eles não aplicam eletricidade no cérebro.
Pode fornecer informações sobre a condução e a sincronia das respostas relacionadas ao nervo auditivo e ao tronco encefálico. Em protocolos específicos, também pode estimar o limiar eletrofisiológico.
É geralmente indolor e não utiliza agulhas ou cortes. Pode haver pequeno incômodo durante a preparação da pele ou a retirada dos eletrodos adesivos.
Não. Os sons são apresentados por fones ou dispositivos auriculares, e os eletrodos somente registram as respostas elétricas naturais produzidas pelo organismo.
Nem sempre. Para alguns protocolos, permanecer relaxado e quieto pode ser suficiente; em outros, o sono natural é preferível. A equipe deve informar previamente como o exame será planejado.
O PEATE pode integrar a avaliação auditiva de recém-nascidos e bebês, especialmente quando respostas comportamentais ainda não são confiáveis. A indicação e o protocolo dependem da idade e do contexto clínico.
Não necessariamente. Muitos exames podem ser planejados durante o sono natural. Quando a imobilidade não é possível e a sedação é considerada, ela exige avaliação médica, estrutura adequada e monitoramento. Confirme o protocolo disponível com a VCA.
O tempo varia conforme o objetivo, a idade, o protocolo e a necessidade de repetir registros. A VCA poderá informar uma estimativa depois de conhecer a solicitação.
Em protocolos específicos, pode contribuir para investigar perda auditiva e estimar respostas a determinados estímulos. A interpretação precisa considerar a orelha média, outros exames e o histórico.
Pode fornecer uma estimativa do limiar eletrofisiológico, mas esse valor não é idêntico ao limiar da audiometria comportamental e não deve ser interpretado isoladamente.
A audiometria depende de respostas comportamentais e avalia a percepção de sons e, quando aplicável, a fala. O PEATE registra respostas eletrofisiológicas e não exige que a pessoa aperte um botão ou levante a mão.
Não. O exame pode investigar a audição de crianças com suspeita ou diagnóstico de TEA, mas não diagnostica autismo e não substitui avaliação do desenvolvimento.
Não. O PEATE não confirma TDAH, não mede inteligência ou linguagem e não substitui avaliações neurológica, psicológica ou multidisciplinar.
Não confirma tumor nem mostra o tamanho de uma lesão. Certas alterações podem contribuir para uma investigação retrococlear, que depende de avaliação médica e, quando indicado, exames de imagem.
É uma modalidade geralmente usada em triagens, com resultado automatizado conforme critérios do equipamento. Quando há alteração ou fator de risco, não substitui uma avaliação diagnóstica completa.
O preparo depende do protocolo. Leve pedidos e exames anteriores e siga as instruções da VCA sobre sono, cabelo e outros cuidados. Não faça jejum, privação de sono ou suspensão de medicamentos sem orientação específica.
Essa exigência pode variar conforme o contexto do atendimento e o protocolo. Entre em contato com a VCA para confirmar a documentação necessária.
Fale com a VCA pelo WhatsApp ou telefone. A equipe informará disponibilidade, modalidade realizada, preparo, documentação e como funciona o atendimento.
Agende seu exame BERA/PEATE em Mogi das Cruzes.
Receba as orientações de preparo e saiba qual protocolo é adequado para a avaliação.